Prévia da Temporada – Parte II: Conferência Leste

A segunda parte (e não é a última) da Prévia da Temporada do Leitura de Jogo!

Boa leitura, diversão e qualquer comentário, crítica, elogio, adição, subtração, só mandar na caixa !

CONFERÊNCIA LESTE

15º Charlotte Bobcats

A péssima temporada passada do Bobcats não alterou muita coisa o plano da equipe: continuar horrível e ser o saco de pancadas da liga. Poucos reforços e os que chegaram tem o selo de qualidade duvidosa – tal como Ben Gordon, que parece que desaprendeu a jogar basquetebol em Detroit; Ramon Sessions, que não consegue se fixar em time algum e Brendan Haywood, veterano pivô que deverá impactar um pouco na defesa, mas nada de especial.

O grande momento em Charlotte ! Os tempos técnicos quando os jogadores vão para o banco e as líderes de torcida trazem algum brilho ao ginásio

Com tudo isso, o Bobcats segue a sina de ser um time estranho, sem graça para o gosto de muitos e sem nenhum identidade própria, a não ser pelas derrotas de sempre. E as derrotas não irão cessar nesta temporada. Perder, parece a sina de Charlotte.

14º Cleveland Cavaliers

O Cavs fez uma temporada digna em 2011-12, mas não evoluiu para esta temporada. Terá o retorno de Anderson Varejão e as chegadas do novato Dion Waters e C.J. Miles. Muito pouco para um time com tantos problemas e que viu gente a sua frente pelo menos não piorar.

Time de uma nota só. Bola no Irving e vamos ver o que ele resolve para todos.
Será este o melhor caminho ? Talvez, seja o único caminho

Kyrie Irving é das boas promessas da liga. Não faz milagre, porém. Não está sozinho, mas tem pouca gente ao lado para ajudar. Antawn Jamison, um dos diferenciais da última temporada do Cavs, foi embora – e, com ele, qualquer possibilidade de achar cestas de forma mais consistente. Sem sua presença, as laterais da franquia serão terra de ninguém e, ao menos que C.J. Miles dê o ar da graça (algo não aconteceu após anos em Utah), a equipe de Cleveland vai ter a árdua missão de não perder o rumo de casa.

Salvo milagre, será uma temporada de derrotas. Um milagre que não parece não existir.

13º Washington Wizards

A ideia era muito boa na prática. John Wall armando, um novato que pode ser “sensação” (Bradley Beal) pontuando, Trevor Ariza, Emeka Okafor e Nenê finalizando o quinteto titular. Alguns jovens talentos vindo do banco.

Aí, do dia para a noite, Wall se machuca e tudo isso pode ir por água abaixo. A previsão de 30 de novembro para seu retorno é tida como otimista, uma vez que ele mesmo declarou à imprensa de Washington  que não consegue correr e saltar.

Sem Wall é impossível imaginar o Wizards fazendo um bom papel

Desta forma, tudo que podemos imaginar é o Wizards torcendo para Okafor e Nenê não visitarem o departamento médico a todo instante e o time lutando para conseguir ter o mínimo de padrão de jogo. Missão complicada, pois o técnico Randy Wittman não é dos melhores e, tirando as peças destacadas, o elenco ainda oscila entre uma ou outra rodada. Muito pouco para tentar um salto de qualidade.

Sem Wall, tentar chegar aos playoffs é tarefa impossível.

12º Orlando Magic

O Magic terá uma dura queda nesta temporada.

Conto nos dedos as vezes que vi um elenco tão mal equilibrado reunido. Deve ser o suficiente para ficar à frente do Bobcats, praticamente uma obrigação. Tirando  isso, a equipe de Orlando é muito mal montada. A troca de Dwight Howard teve um desfecho trágico, a franquia melhorou os rivais 76ers, Nuggets e – claro – Lakers e foi dizimada.

Quantas vezes Nelson cabisbaixo na temporada?
Alguém consegue chutar um número razoável?

Nelson, Turkoglu, Redick, Afflalo, Davis e companhia terão a missão de evitar que o Magic seja o saco de pancadas da liga, uma vez que praticamente não tem força no garrafão, um sem número de laterais similares e armadores limitados. A temporada será longa e cansativa para Orlando. Qualquer coisa diferente de perder uma sequência longa de jogos pode ser comemorada.

 11º Detroit Pistons

Quem olha o elenco do Pistons e acredita em possibilidades de playoffs poderia muito bem ser taxado de ultra-otimista.

Greg Monroe, 22 anos, pivô. Este é o melhor atleta do elenco. Nós também podemos destacar Thaysaun Prince e Rodney Stuckey como caras que podem desequilibrar, mas o primeiro já passou do auge e o segundo nunca foi um diferencial constante dentro da liga.

Acreditem ! Existe gente talentosa em Detroit: Greg Monroe

É pouco. Muito pouco para tentar passos a mais. Detroit parece preso às lembranças da equipe que dominou o Leste em meados dos anos 2000. Todas as referências ainda são sobre o estilo de jogo vigoroso e defensivo que marcou época, por duas vezes, na franquia.

Reféns do passado, sem muito o que esperar no presente e uma incógnita monstruosa para o futuro. O Pistons que desembarca na temporada tenta um milagre para alcançar os playoffs. E, caso chegue lá, nada além do que ser varrido vai estar esperando o time de Michigan.

10º Toronto Raptors

O Raptors melhorou o elenco com as adições de Kyle Lowry, Landry Fields e Jonas Valanciunas. Parece pouco, mas não é. Lowry e Fields são dos melhores armadores em rebotes de toda a NBA. Poderão parar a eterna sangria de um garrafão dominado por Andrea Bargnani – que ano entra, ano sai, ainda não aprendeu a capturar rebotes.

Landry Fields e Kyle Lowry: Dois bons reforços para o Toronto

Com isso, a franquia ganha em força defensiva e também atleticismo, um dos grandes “poréns” do uso de Jose Calderon. Ele deverá ir para o banco e, quem sabe de lá, pode ajudar melhor. A segunda unidade do Toronto precisa de talento, seja onde for que o talento esteja.

A luta deverá ser para chegar em oitavo lugar na conferência. Não tem como dizer que este objetivo é irreal quando olhamos os concorrentes.

9º Atlanta Hawks

Joe Johnson foi embora e, além de seu contrato monstruoso, também foi a maior qualidade na armação do time. Para seu lugar veio o esforçado pontuador Lou Williams e os chutadores de três Kyle Korver e Anthony Morrow. Os três não irão suprir o que JJ oferecia dentro de quadra, mas Atlanta já demonstrava sinais de cansaço com um elenco desequilibrado (muitos laterais similares e pouca gente no garrafão).

Se o Atlanta quer sonhar com alguma coisa, Josh Smith terá de voar ainda mais alto na temporada

Devin Harris vem ajudar ao desenvolvimento de Jeff Teague, sendo uma sombra importante para o jovem não se acomodar. E só. Muito pouco para imaginar que Josh Smith e Al Horford façam mais do que fizeram nos últimos anos.

Atlanta parece que não sabe direito a que veio e não sabe direito para onde está indo. E, na NBA, não ter um plano de ação bem desenvolvido é sempre um péssimo negócio. É sempre por aí que começam as épocas de vacas magras.

8º Milwaukee Bucks

Milwaukee começa a temporada com uma notícia excelente: Andrew Bogut está no departamento médico em Oakland. Ou seja, milhas e milhas de distância do local que o pivô mais visitou em sua estadia na NBA. Com este alívio, a temporada de Bucks poderá ser diferente de todas as outras, quando as atenções se voltavam para a arquibancada.

Monta Ellis é dos atletas que mais minutos disputam por ano, tem facilidade em pontuar e ajuda na transição. Ele traz algo de novo ao pesado time de Milwaukee: velocidade.

Decorem este nome complicado: Ersan Ilyasova. O turco tem tudo para explodir em Milwaukee

Brandon Jennings, Ersan Ilyasova, Drew Gooden, Samuel Dalembert, Mike Dunleavy completam a rotação com uma mescla interessante de experiência, juventude, defesa e (acima de tudo) rebotes, essenciais para se tornar vivo nos jogos.

Scott Skiles é um treinador que consegue desempenhar bem suas tarefas e, se não conseguir ir para os playoffs nesta temporada, será o protagonista de uma grande derrota coletiva. Talvez, esta seja a última chance de Skiles para colocar o time no mata-mata. Falta de elenco não parece ser desculpa da vez.

7º – New York Knicks

Elenco mais velho, impossível. O Knicks abre a temporada com a maior média de idade da história da NBA e, talvez, este seja o motivo que o time deverá penar para chegar em abril com pernas. Jason Kidd, Pablo Prigioni, Marcus Camby, Kurt Thomas e Rasheed Wallace são caras que estão mais para os 40 anos do que para os 30. É impossível que todos terminem inteiros na temporada.

Amare, Carmelo e Chandler. O sucesso passa por eles
Mas talvez um bola não seja o suficiente para os dois primeiros

Além deles, Amare Stoudemire já sofreu a primeira lesão da temporada e fica de fora por três semanas, ou seja, retornando somente após a segunda semana de liga. O fato dele estar lesionado evidencia também que o time não tem um potencial ofensivo tão grande assim. Quem irá ocupar seu lugar no garrafão?

Carmelo Anthony segue sendo a referência e quer ter a bola sempre com ele, o que estraga ainda mais qualquer plano de jogo que priorize a troca de passes e movimentação constante. Na última temporada, é bom lembrar, Melo jogou apenas no último mês. Até então, parecia morto e fadado ao esquecimento.

Se a trupe de idosos do Knicks der conta do recado, o time poderá se estabilizar para ir aos playoffs. Mais do que isso, só com muita química, paciência e reza.

6º  Brooklyn Nets

Deron Williams, Joe Johson e Gerald Wallace. A trinca deverá ser responsável por colocar Brooklyn no mapa da NBA. Os três são talentosos, não fogem do jogo físico e tem basquetebol o suficiente para deixar a era de derrotas para trás.

Saudáveis, este quinteto pode ser a sensação da temporada

Em Nova York, com ginásio sensação da temporada e Jay-Z sendo o anfitrião, nada pode parar o Nets na temporada de estreia. A não ser a peneira que é o garrafão defensivo do time: Brook Lopez e Kris Humphries se recusam a defender qualquer pessoa que entra no garrafão da equipe. Ambos jogam fora tudo que produzem, principalmente os pontos e rebotes, por serem completamente mortos defensivamente.

Se o time conseguir corrigir este problema, vão ter uma temporada com muito mais alegrias do que tristeza. Talento existe e os novos ares devem fazer bem para todos, afinal, ninguém aguentava mais jogar para as cadeiras vazias de Nova Jersey.

5º  Chicago Bulls

Chicago demonstrou por mais de uma vez que consegue jogar sem Derrick Rose. É desta forma que irão começar a temporada, com sua estrela machucada e (provavelmente) sem condições de pisar na quadra no primeiro semestre de 2013.

Carlos Boozer: Hora de Acordar – A Missão

Com isso, o Bulls modificou seu elenco: saem C.J. Watson, Kyle Korver, Ronnie Brewer e Omer Asik, chegam Marco Belinelli, Kirk Hinrich – que será o armador principal -, Nate Robinson e o pivô Nazr Mohammed.

O saldo final é: sem Derrick Rose, sem esperanças de título. O Bulls deverá atrapalhar muito na temporada e defender como nunca. No entanto, no final das contas, não será o suficiente com seu melhor atleta assistindo de fora.

4º Indiana Pacers

Time bem montado, entrosado e com peças úteis em várias posições. O Pacers já passou da fase de azarão para se estabilizar entre a elite do Leste. Isso durante a temporada regular. Nos playoffs, a história é outra e é possível que falte experiência e/ou basquetebol para Danny Granger e companhia.

Roy Hibbert pode ser o diferencial do Pacers

Roy Hibbert tem que se tornar um pivô dominante para que Indiana possa sonhar. É o maior diferencial do elenco: um pivô com mais de 2.10m em seu garrafão, que sabe jogar basquetebol. Contamos nos dedos das mãos quantos pivôs existem na NBA capazes de dominar um garrafão.

Se isso não ocorrer, a realidade é que o Pacers será novamente uma boa equipe, aguerrida, mas que caíra no primeiro grande desafio. Exatamente como foi na temporada passada.

3º Boston Celtics

Menos pelos esforços dos velhos nomes e mais pela chegada de gente para reaquecer o elenco, o Celtics poderá fazer uma nova boa temporada e estar na cabeça no Leste.

Kevin Garnett, Paul Pierce e Rajon Rondo são as estrelas. Ficou claro na última temporada, porém, que é preciso mais gente apta. Jeff Green, retornando ao elenco após uma temporada de fora, pode ser uma grande adição. Jason Terry, Coutney Lee e Leandro Barbosa também trazem experiência e arremessos de fora ao time.

Rajon Rondo, o motor do Celtics

Se formos comparar os elencos recentes da franquia, o time terá gente para rodar e não morrer em maio ou junho, quando KG e Pierce terão de fazer o seu melhor. O novato Jared Sullinger é um nome para ser observado, pois pode trazer pontos fáceis próximos ao aro –  algo que o Boston não tem faz muito tempo e faz falta demais.

2º Philadelphia 76ers

O 76ers conseguiu o maior reforço de qualquer outro time do Leste: um pivô dominante. Inteiro, Andrew Bynum poderá trazer importantes pontos no garrafão e duplas marcações – para que outros tenham espaço no perímetro. A jogada é arriscada, mas tem que ser aplaudida de pé. Em uma época com equipes fazendo trocas para perder jogos, serem piores e tentar a sorte no draft, uma direção fez o movimento contrário para aproveitar sua boa base e tentar vencer agora.

O pivô Andrew Bynum e 76ers, o casamento dará certo ?

Talvez, a primeira temporada na Filadelfia seja de adaptação. No entanto, pelo que mostraram nos playoffs passado, faltava apenas uma peça na engrenagem para se tornar ótima. Parece que a peça chegou.

Doug Collins terá um elenco mais forte do que na última temporada e, se conseguir fazer com que Bynum seja um diferencial, o Sixers pode se tornar candidato ao título do Leste.

1º Miami Heat

LeBron James está no auge da forma e fará favorito qualquer em que jogue. Some-se a isso Dwyane Wade e Chris Bosh motivados e bons coadjuvantes (Shane Battier, Mike Miller, Mario Chalmers, Ray Allen, Rashard Lewis) e torna-se improvável pensar que o Heat não faça uma boa campanha.

O único porém ainda é a posição de pivô, que cada dia mais vai ficando com Chris Bosh. Ele parece bem adaptado na “cinco” após atuar assim nas finais da liga.

O melhor e mais completo atleta da atualidade, LeBron James, amadureceu. E este é o maior pesadelo dos adversários

Seja como for, Miami é o time a ser batido até que se prove o contrário. É o favorito ao título e tem o melhor jogador da atualidade. Isso nunca foi pouco e nunca será.

Não será nenhuma surpresa se assistirmos o Heat vencer novamente o Leste e a NBA.

26 comentários em “Prévia da Temporada – Parte II: Conferência Leste

  1. Colocar o 76ers na frente do Boston, é uma grande piada!
    Um dos maiores absurdos que já vi no site desde que comecei a acompanhar as matérias a muito tempo!

    • Gallo,

      não é a opinião do site. A opinião do site está no Preview do Jumper!

      Esta opinião, é a minha, pessoal. Pode ser certa ou errada, mas é apenas um palpite !

      Não é a verdade absoluta !

      Um abração

      • Victor, essa é a opinião do autor. Na opinião do site, o Celtics fica em segundo, enquanto o Sixers é o sétimo.

    • Gorén, acho o Pacers um bom time, porém tem que achar com velocidade quem resolva os jogos complicados.

      Até agora, Granger já demonstrou que pode ajudar, mas não é a resposta final !

      Vai ir bem ! E tem chance de atrapalhar demais a um Heat da vida !

      Abração

  2. Sei que é sua opiniao, ok, mas sério mesmo, voce pensa dessa forma? “Faltava uma peça”, eu concordo, manter Iguodala e trazer mais alguem, ai sim, agora com esse elenco, eu não acho que seja o suficiente para superar Pacers, Boston e talvez até mais um ou outro. E essa do Bulls em quinto, provavelmente sem Rose por boa parte (ou toda) da temporada, acho que nao vai render isso tudo não, na verdade é porque não estou otimista quanto ao seu retorno.

    • Na NBA atual, um pivô dominante faz muita diferença.

      O 76ers jogou uma temporada inteira sem força nenhuma no garrafão, já que Brand não podemos considera-lo como já foi e Hawes joga muito mais fora do que dentro.

      Acho que perder o Iggy é ruim, porém o time tem vários laterais e armadores para suprir. Podem não ser do nível, porém existem e tem qualidade.

      No garrafão, eu acho que o buraco é mais embaixo.

      Sair do zero para ter um pivô, que por muitos é considerado o segundo melhor da liga, eu acho um upgrade bem razoável.

      O time defende muito forte, é extremamente chato de jogar contra e isso sem ter uma referência próximo do cesto, tanto no ataque quanto na defesa.

      Sobre o Bulls, João, também não sou otimista, porém o Rose jogou apenas 2/3 da última campanha, bem aquém do podia render pois toda hora machucava e o time segurou muito bem sem ele.
      Deng jogando em um nível excepcional e o resto do time fazendo muito na defesa.

      A defesa forte é o primeiro passo para um time na NBA se dar bem. Até por isso, note sempre, os técnicos priorizam arrumar primeiro atrás do que na frente. (Woodson no Knicks, por exemplo, ou até mesmo, Collins no Phila).

      Podem ser apostas pessoais arriscadas, porém, acho que tem o mínimo de fundamentação.

      Um abração

      • “Colocar o 76ers na frente do Boston, é uma grande piada!
        Um dos maiores absurdos que já vi no site desde que comecei a acompanhar as matérias a muito tempo” UM ABSURDO MESMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!76 DEVE FICAR ATRAS DO INDIANA FACIL!!!!!!!!!!

  3. Eu te entendo!
    Sei que é uma questão de opinião e não tem como agradar a todos os torcedores fanáticos.
    Só achei um pouco exagerado, porque o Boston e até o Indiana tem times um nivel acima do Philadelphia!
    Acho que a grande maioria concorda comigo.

  4. Achei bastante otimismo o Sixers na frente do Celtics tb, mas a opinião deve ser respeitada hahaha.

    Sobre o Bulls, o elenco deu uma leve melhorada, acho que briga pela 4ª posição. Tenho esperança que, com o Kirk armando o jogo, o Boozer resolva jogar pelo menos 75% do que jogou em Utah. De resto é esperar pra ver.

    Abraços

  5. Essa lista ta mesmo um absurdo.. a ultima estava boa… do oeste.. mas essa realmente.. eu vi que começou quando Washington Wizards estava atras de Orlando .

  6. Eu concordo basicamente com tudo, inclusive com o 76ers. Não sei se será o segundo, mas aposto que ao menos no TOP3 ficará. É um bom time que tá sendo muito subestimado. Assim como concordo com o Bulls… Que vem jogando bem na pré-temporada, e na ultima temporada jogou mais da metade sem o D-Rose e mesmo assim foi a melhor campanha no geral…

  7. Francamente, acertou só o ùltimo e o primeiro do leste. Celtics segundo fácil, podendo até pressionar o Heat pela liderança. Nets mereçe um voto de confiança pois está bem arrumado com boas peças é só cumprir o que mostra no papel. Wizzards mesmo sem Wall e Nenê é mais time que o Magic.

  8. Philadelphia na frente do boston ? muita audacia , concordo com alguns discordo de outros, nos playoffs concordo que todos esses 8 vao, sendo as 2 ultimas vagas disputadas por bucks, bulls e hawks, naum vejo o orlando na frente do washington de forma alguma, e ainda apostario o cleveland na frente do orlando, chigaco em 5 sem rose ? acho que naum, deve ficar em 7 ou 6 ,NY PHI , BKN, IND, BOS , MIA , complentando os primeiros

  9. Phi em segundo? Se iggy ainda estivesse na franquia poderia até biliscar o terceiro-quarto lugar
    Boston está com um time muito melhor(principalmente o banco) e provavelmente fique em segundo pois miami ainda é favorito.

    Alguns lugares concordo outros não mas é a opinião dele né

    Go boston *-*

  10. Concordo com a opinião. Acho que o Boston caiu em relação a temporada passada, Ray allen foi uma grande perda. E os sixers evoluiram muito,com Bynum,Nick young e Dorrel Wright e Jason richardson pra dar experiencia. Iguy faz falta sim,mas faz mais falta defensivamente,e o 76ers é mt bom na defesa. lembrando que na temporada passada o boston passou sufoco contra o phila

    rrrRichardson

    • Boston caiu? oO
      Você deve ver outra NBA ray allen não era mais o mesmo a muito tempo e chegou outros bons arremessadores e o banco está muito melhor (talvez um os melhores da nba)

  11. Como as pessoas se doem com uma opinião… Eu nem acho que o Sixers vai ficar em segundo, chuto uma quarta posição. Mas dizer que é um “absurdo”, “audácia”, achar que ficarão em segundo? Ou é fanboy cego do Celtics, ou não quer admitir que o 76ers pode sim estar no top3 do Leste nesse ano. Ou os dois.

  12. O 76ers na frente de Celtics, Pacers e Bulls (mesmo sem Rose)?!?!?!
    Deve ser teste de fidelidade do João Kleber rsrsrsrs!
    Pra mim seria Heat – Celtics – Bulls e Pacers, nesta ordem os 4 primeiros.

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