Denver Nuggets (57-25) 3º na Conferência Oeste

Time base

Ty Lawson
Andre Iguodala
Danilo Gallinari
Kenneth Faried
Kosta Koufos

Principais reservas

Wilson Chandler
Corey Brewer
Andre Miller
JaVale McGee
Evan Fournier

Líderes

Pontos: Ty Lawson – 16.7
Assistências: Ty Lawson – 6.9
Rebotes: Kenneth Faried – 9.2
Roubadas: Andre Iguodala – 1.7
Tocos: JaVale McGee – 2.0

Agentes livres: Andre Iguodala, Corey Brewer, Timofey Mozgov, Julyan Stone.

O Denver Nuggets teve uma temporada fantástica. Apostando em uma equipe sem uma super-estrela e no talento do treinador George Karl, eles tiveram 57 vitórias e uma série de 16 triunfos seguidos, uma das maiores de todos os tempos. Karl acabou sendo eleito o melhor técnico do ano, e o General Manager Masai Uriji foi o eleito o melhor dirigente do ano por montar o belo elenco da franquia.

O esquema do time se baseou na boa defesa e velocidade nos contra-ataques, com diversos jogadores se revezando no protagonismo: Ty Lawson, Danilo Gallinari, Wilson Chandler, Corey Brewer… a cada jogo, qualquer peça da equipe poderia surgir como o herói. E justamente a falta de um “go-to guy” foi apontada por alguns como a razão da queda da franquia.

A equipe teve o melhor ataque da temporada, anotando 106.1 pontos por partida em média, além de ter o segundo maior Pace (número de posses de bola por 48 minutos) da liga, com 95.1.

Mais uma vez,  Nuggets caiu na primeira rodada dos playoffs, dessa vez frente o jovem time do Golden State Warriors e em seis jogos. A franquia não conseguiu superar o small ball implantado pelo rival após a lesão de David Lee, e foi castigada pelas bolas de três pontos de Stephen Curry, Klay Thompson e companhia (até mesmo Draymond Green matou suas bolinhas).

Com a eliminação, Karl foi demitido, e para o seu lugar a franquia trouxe Brian Shaw; além disso, eles trouxeram Tim Connelly para ser o substituto de Masai Uriji, que levou os seus talentos para o Toronto Raptors.

O que deu certo

Kenneth Faried: a decisão de trocar Nenê para dar mais espaço para o jovem ala-pivô na última temporada se mostrou muito acertada. Faried se firmou e anotou 11.5 pontos e 9.2 rebotes de média, além de ter sido escolhido o melhor jogador do desafio entre calouros e segundanistas que aconteceu durante o All-Star Game.

O que deu errado

George Karl: apesar de ser eleito o melhor treinador da temporada, ele não conseguiu usar de forma correta as várias peças que tinha à disposição para passar pelo Warriors. Decisões equivocadas, como pôr o veterano Andre Miller para marcar Curry ou reduzir o tempo quadra de JaVale McGee, custaram a ótima temporada do time.

Efeito Paliativo

Andre Iguodala: o ala só disputou uma temporada com o Nuggets, mas adicionou a defesa de perímetro que o time carecia em sua campanha. Com 13.0 pontos, e 5.3 rebotes e 5.4 assistências de média por partida, o ala vai fazer falta para próxima temporada, infelizmente.

Futuro

Brian Shaw: com a saída de Karl, o ex-jogador assumiu a responsabilidade de fazer com que a profundidade do elenco se transforme em mais do que uma primeira rodada de playoffs. Cotado há anos para assumir uma franquia, essa vai ser a primeira chance dele para provar que toda a especulação estava à altura de suas capacidades.

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